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CONTRA OS
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Impactos de Agrotóxicos em Comunidades Indígenas e Camponesas no MS (2026)
Impactos de Agrotóxicos em Comunidades Indígenas e Camponesas no MS (2026)

Esta pesquisa busca compreender os impactos dos agrotóxicos em populações vulneráveis, especialmente em comunidades indígenas e camponesas no MS. Apesar de ser hegemonicamente conhecida como uma terra do agro (Chã, 2018), em realidade o estado tem
uma grande diversidade de grupos étnicos – este relatório se concentra especificamente na etnia Guarani e Kaiowá – e comunidades camponesas, quilombolas e ribeirinhas.

O relatório está dividido em duas partes. Na primeira parte, são relatados os materiais e métodos empregados na pesquisa. Na segunda parte, são apresentados os resultados da pesquisa.

4 Lições – As mulheres semeiam a vida – Os agrotóxicos destroem a saúde reprodutiva humana e o ambiente
4 Lições – As mulheres semeiam a vida – Os agrotóxicos destroem a saúde reprodutiva humana e o ambiente

É com a dedicação de muitos corações, mãos e mentes que apresentamos a vocês, leitores, esta publicação, especialmente desenvolvida para compartilhar informações sobre os efeitos dos agrotóxicos sobre a saúde reprodutiva das mulheres. Analisaremos as evidências científicas disponíveis que apontam para os perigos associados à exposição a essas substâncias químicas, incluindo seu impacto na fertilidade masculina e feminina, nos ciclos menstruais, nas complicações durante a gravidez, no desenvolvimento fetal e na saúde das crianças.

Espera-se que, ao elucidar essas conexões, este material estimule discussões significativas, promova a conscientização e contribua para a busca de soluções que protejam a saúde reprodutiva e que promovam a justiça socioambiental, com práticas agrícolas mais seguras e sustentáveis, tanto para nós quanto para as futuras gerações.

Saúde Reprodutiva e a Nocividade dos Agrotóxicos
Saúde Reprodutiva e a Nocividade dos Agrotóxicos

No final do ano de 2022 a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) foi procurada pelo Centro de Direitos Reprodutivos (CDR), de Bogotá, para uma parceria voltada a analisar a saúde reprodutiva em contexto de exposição aos agrotóxicos no Brasil. O GT Saúde & Ambiente da Abrasco ficou com a responsabilidade de conduzir o estudo proposto para o Brasil. Para isso, foi organizado um grupo amplo de pesquisadores com expertise no tema para desenvolvimento do projeto.

Atlas dos agrotóxicos
Atlas dos agrotóxicos

A publicação mostra que entre 2010 e 2019, quase 57 mil pessoas foram intoxicadas pelo uso de agrotóxicos no País, uma média de 15 pessoas por dia, sendo que esse número pode ser ainda maior, de acordo com estimativa do próprio Ministério da Saúde. Segundo o “Atlas dos Agrotóxicos”, o impacto do atendimento para esses casos de intoxicação gera um custo de R$45 milhões para o Sistema Único de Saúde (SUS). Isso significa que cada US$1 gasto na compra de agrotóxico pode  onerar o SUS em US$1,28.

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Nota técnica da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos sobre a Resolução 4/2026 do Comitê Gestor do Pronara

a sociedade brasileira clama por ações concretas de real impacto diante da tragédia dos venenos na vida das populações indígenas, povos e comunidades tradicionais, camponeses, quilombolas e toda a população exposta direta ou indiretamente aos agrotóxicos.

Agrotóxicos: uma violência silenciosa contra as mulheres e seus territórios

“Rebela-te. Diante de quem arquiteta a morte, manipula a consciência, mobiliza destruição, negocia direitos, incentiva a ignorância, destrói o sonho. Março está em nós, REBELA-TE.” – Diva Lopes.

Denúncia: terrorismo químico no Quilombo Cancela, no Maranhão

Registros mostram a pulverização de agrotóxicos sobre as casas e roçados do território quilombola

Campanha contra os Agrotóxicos participa da 1ª reunião do Observatório do Trabalho Decente do Poder Judiciário 

Jakeline Pivato, secretária-executiva da campanha, destacou que o uso de venenos no campo funciona como ferramenta de precarização da atividade laboral

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